Lifting facial: o que considerar antes de realizar o procedimento
Atenção: Este é um conteúdo patrocinado pela plataforma PinkMed e as informações contidas não substituem avaliação médica individual. O lifting facial é um pro...
Atenção: Este é um conteúdo patrocinado pela plataforma PinkMed e as informações contidas não substituem avaliação médica individual.
O lifting facial é um procedimento cirúrgico indicado para tratar a flacidez e a queda dos tecidos do rosto e do pescoço. A cirurgia pode envolver o reposicionamento de estruturas faciais e a retirada do excesso de pele, buscando melhorar o contorno sem transformar as características individuais do paciente.
Apesar de ser frequentemente associado ao envelhecimento, não existe uma idade exata para realizar um lifting facial. A indicação depende da anatomia, da qualidade da pele, do grau de flacidez e das mudanças apresentadas por cada pessoa. Por isso, dois pacientes com a mesma idade podem ter necessidades completamente diferentes.
Segundo o cirurgião plástico Leandro Akio Tomita (CRM/SC 12154 | RQE 16316), médico parceiro da plataforma PinkMed, que conecta médicos a pacientes que buscam por procedimentos como o lifting facial, o envelhecimento não acontece de maneira linear.
“O lifting não é indicado apenas por idade, mas pelo que o paciente apresenta. Alguém aos 45 anos pode precisar; e alguém aos 70 pode estar bem apenas com tratamentos complementares”, explica Leandro.
O que avaliar antes de considerar um lifting facial?
A decisão pela cirurgia não deve partir apenas da percepção de que o rosto envelheceu. É necessário entender quais alterações estão presentes e de que maneira elas podem ser melhoradas.
Entre os sinais que podem levar uma pessoa a procurar uma avaliação médica estão:
Flacidez mais evidente nas bochechas: a região malar pode apresentar queda dos tecidos, modificando o contorno do rosto;
Perda da definição da mandíbula: a queda dos tecidos e o excesso de pele podem deixar a linha mandibular menos marcada;
Presença de “jowls”: são áreas de queda dos tecidos próximas às laterais do queixo, que podem interferir no contorno facial;
Sulcos faciais mais marcados: rugas e sulcos podem se aprofundar com o passar do tempo e se tornarem mais evidentes;
Flacidez no pescoço e abaixo do queixo: alterações nessa região podem modificar a transição entre o rosto e o pescoço;
Aparência constantemente cansada ou triste: a queda de determinadas estruturas pode interferir na expressão facial, causando o chamado “derretimento” da face;
Resultados limitados com tratamentos não cirúrgicos: quando recursos minimamente invasivos deixam de proporcionar a resposta esperada para determinado grau de flacidez, uma avaliação pode ajudar a identificar outras possibilidades.
Esses sinais, no entanto, não representam uma indicação automática de cirurgia. Eles precisam ser avaliados dentro do conjunto de características de cada paciente por um médico.
Por que não existe uma idade ideal?
A idade cronológica não determina, sozinha, o grau de envelhecimento facial. Fatores genéticos, exposição solar, hábitos de vida e características individuais da pele podem influenciar a forma como as alterações aparecem ao longo dos anos.
Na avaliação, o cirurgião plástico deve considerar a anatomia facial, a qualidade e o grau de flacidez da pele, as condições clínicas, o histórico de procedimentos anteriores e as expectativas do paciente.
“Na consulta médica, avalio a anatomia individual, busco entender as expectativas do paciente, verifico a qualidade e a flacidez da pele, considero o histórico médico e determino qual nível de intervenção é necessário para o caso em questão”, afirma Leandro.
Isso significa que uma pessoa mais jovem pode apresentar flacidez significativa e procurar uma avaliação, enquanto outra, mais velha, pode apresentar alterações que pode melhorar apenas com tratamentos estéticos não cirúrgicos.
Lifting facial é diferente de tratamentos não cirúrgicos
Uma das questões importantes antes da decisão é entender que o lifting facial e os tratamentos minimamente invasivos atuam de maneiras diferentes.
O lifting busca reposicionar tecidos e tratar o excesso de pele, enquanto recursos como bioestimuladores, preenchimentos, laser e radiofrequência têm outras finalidades e podem ser indicados para situações específicas.
Bioestimuladores, por exemplo, podem estimular a produção de colágeno e contribuir para a qualidade e a elasticidade da pele. Preenchedores podem ser utilizados para reposição de volume em determinadas regiões. Já tecnologias como laser e radiofrequência podem atuar em aspectos relacionados à qualidade da pele.
Isso não significa que os tratamentos não cirúrgicos sejam sempre insuficientes. Em alguns casos, eles podem ser a alternativa indicada ou fazer parte de um planejamento combinado.
“Nem toda flacidez resolve com lifting. Às vezes, o tratamento indicado pode ser combinar lifting com bioestimulador, preenchimento ou tecnologias como laser e radiofrequência, e isso depende do caso específico”, explica o médico.
Quando existe excesso significativo de pele e queda dos tecidos, entretanto, tratamentos voltados principalmente ao estímulo de colágeno ou à reposição de volume podem não produzir o mesmo efeito de uma cirurgia que reposiciona essas estruturas.
O que considerar antes de decidir?
O lifting facial é um procedimento cirúrgico e, como tal, exige avaliação médica, planejamento e conversa transparente sobre benefícios, limitações, cicatrizes, recuperação e possíveis riscos.
Também é importante verificar a formação do profissional. O paciente pode consultar se o médico possui CRM ativo e Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Cirurgia Plástica.
Para Leandro, o planejamento também precisa preservar as características que tornam cada rosto individual.
“O resultado natural não é apenas tirar pele. É reposicionar mantendo expressão, mantendo identidade, mantendo naturalidade”, destaca.
Assim, antes de considerar um lifting facial, o mais importante não é encontrar uma idade específica para o procedimento, mas entender quais mudanças estão presentes, quais alternativas existem e se a cirurgia é adequada para aquele caso.
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A PinkMed é uma plataforma que conecta médicos especializados a pacientes que buscam por atendimento e procedimentos cirúrgicos. No site, é possível obter informações sobre os especialistas e agendar uma consulta com um(a) médico(a) parceiro(a) na sua região.
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