cover
Tocando Agora:
Mais previsões: Weather Sao Paulo 30 days

Justiça nega pedido de influenciadora para incluir filhos em 'publis' nas redes sociais em SC

Criança mexendo no celular com as redes sociais visíveis no aparelho. Unsplash/Sanket Mishra A Justiça de Santa Catarina negou o pedido de uma influenciadora di...

Justiça nega pedido de influenciadora para incluir filhos em 'publis' nas redes sociais em SC
Justiça nega pedido de influenciadora para incluir filhos em 'publis' nas redes sociais em SC (Foto: Reprodução)


Criança mexendo no celular com as redes sociais visíveis no aparelho. Unsplash/Sanket Mishra A Justiça de Santa Catarina negou o pedido de uma influenciadora digital de Itajaí (SC) para incluir de forma contínua seus dois filhos em conteúdos e campanhas publicitárias nas redes sociais. A mulher, conforme o órgão, tem dezenas de milhares de seguidores e mantém contratos de publicidade, permuta e divulgação de produtos infantis. O nome dela não foi divulgado. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp No processo, os pais alegaram que a participação das crianças ocorreria de forma espontânea e em contexto familiar. Eles afirmaram que buscavam a autorização judicial justamente para definir parâmetros de proteção contra a exposição digital e a exploração econômica da imagem dos filhos. ➡️ O juiz ressaltou que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) exige que os pedidos de participação de menores de idade sejam analisados de forma individual, proibindo autorizações de caráter geral. Agora no g1 O pedido, no entanto, não se limitava a uma participação artística específica. A autorização pretendida abrangeria a inserção contínua das crianças em publicações da mãe, campanhas publicitárias, ações promocionais, parcerias comerciais e monetização. A sentença também alertou para os riscos da exposição habitual de crianças na internet, como a criação de pegadas digitais permanentes, a replicação de imagens por terceiros, o uso indevido de conteúdos e a exploração comercial da infância. Segundo a decisão, embora a Justiça reconheça a boa-fé e a preocupação dos pais com o bem-estar dos filhos, o poder familiar não permite a liberação irrestrita de direitos de personalidade das crianças para exploração econômica na internet. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Fale Conosco