Itajaí entrou no radar de quem pensa patrimônio no longo prazo
A escolha de onde investir deixou de depender somente da localização. Cada vez mais, investidores observam indicadores econômicos, geração de empregos, cre...
A escolha de onde investir deixou de depender somente da localização. Cada vez mais, investidores observam indicadores econômicos, geração de empregos, crescimento populacional e capacidade de uma cidade manter esse ritmo ao longo dos anos. A cidade de Itajaí passou a ocupar uma posição de destaque no mercado imobiliário brasileiro. Com uma das maiores economias de Santa Catarina, um dos metros quadrados mais valorizados do país e uma base produtiva diversificada, o município atrai investidores de diferentes regiões em busca de ativos sustentados por fundamentos econômicos. Segundo dados do IBGE, referentes a 2023, Itajaí registrou PIB de R$ 48,2 bilhões, resultado que coloca o município entre as 30 maiores economias do Brasil, à frente de 16 capitais. O PIB per capita chegou a R$ 182,5 mil, mais de três vezes superior à média nacional e o segundo maior de Santa Catarina. Economia explica crescimento do mercado imobiliário Para a consultora da Paludo Incorporadora, o desempenho do mercado imobiliário acompanha uma economia sólida e não pode ser interpretado como um movimento especulativo. "A valorização de Itajaí tem lastro na economia real e essa é a diferença fundamental em relação a uma bolha. A cidade tem PIB de R$ 48,2 bilhões, o que a coloca entre as 30 maiores economias do Brasil. Esse dinamismo é puxado pelo Complexo Portuário do Itajaí-Açu, segundo maior do país em movimentação de contêineres, pelo polo náutico, pela pesca, pelos cruzeiros e por um setor de serviços cada vez mais sofisticado." Além disso, outro indicador citado pela especialista é a geração de empregos. Somente em 2024, Itajaí respondeu por mais de 42 mil vagas formais, cerca de 30% de todos os postos criados em Santa Catarina. Paralelamente, o município foi o que mais cresceu em população entre as grandes cidades catarinenses no período entre os últimos censos. Na avaliação da especialista, são esses fatores que sustentam o comportamento do mercado imobiliário. "Bolha é quando o preço se descola dos fundamentos e é sustentado por especulação e crédito frouxo. Em Itajaí acontece o oposto: há renda alta e crescente, migração intensa, geração robusta de empregos e escassez real de terrenos nos bairros consolidados. Preço que sobe com gente chegando, emprego sendo criado e oferta limitada não é bolha: é reprecificação de um ativo escasso em uma economia pujante." Os dados do FipeZAP mostram que o metro quadrado residencial médio alcançou R$ 13,2 mil em junho de 2026, o quinto maior valor do país. Nos últimos três anos, a alta acumulada foi de 49,1%, enquanto a variação dos últimos 12 meses chegou a 7,7%. Escassez de terrenos influencia o mercado Entre as regiões que mais despertam o interesse de investidores está o Bairro Fazenda. Localizado entre o Centro, Cabeçudas e a Praia Brava, o bairro combina perfil residencial, marina, Beira-Rio, gastronomia e serviços voltados ao público de maior renda. Segundo a consultora, um dos diferenciais está na baixa oferta de novos empreendimentos. " O bairro é predominantemente horizontal, formado por casas consolidadas ao longo de décadas. Terrenos existem, mas a transformação desse tecido urbano em novos empreendimentos verticais é um processo naturalmente lento: depende de composição de áreas, de negociações com múltiplos proprietários e da disciplina do planejamento urbano, que regula gabaritos e usos. Na prática, isso significa que a oferta de prédios modernos no bairro cresce em conta-gotas — e vai continuar assim por muitos anos”, explica ela. De acordo com a consultora, o metro quadrado do bairro cresceu cerca de 71% nos últimos cinco anos. Dados da Brain Inteligência Estratégica mostram que o valor médio passou de R$ 14,8 mil em 2024 para R$ 17 mil em 2026. É nesse contexto que está inserido o Volo Riviera, empreendimento da linha premium da Paludo Incorporadora. Localizado no Bairro Fazenda, o projeto foi concebido para atender um público que busca construir patrimônio em um mercado sustentado por indicadores econômicos, baixa oferta de ativos semelhantes e desenvolvimento urbano planejado. Com torre única e 63 unidades, o empreendimento integra um cenário em que economia, escassez de terrenos e demanda permanente contribuem para tornar Itajaí um dos principais destinos para investimentos imobiliários de longo prazo. Para conhecer o projeto, as plantas e as informações sobre o Volo Riviera, acesse o site da Paludo Incorporadora.