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Ficar em pé no trabalho: conheça benefícios, mitos e como fazer

Trabalhar em pé é um hábito de muitas pessoas que buscam mais saúde na rotina profissional, especialmente no home office. Esse tipo de estratégia ajuda a v...

Ficar em pé no trabalho: conheça benefícios, mitos e como fazer
Ficar em pé no trabalho: conheça benefícios, mitos e como fazer (Foto: Reprodução)

Trabalhar em pé é um hábito de muitas pessoas que buscam mais saúde na rotina profissional, especialmente no home office. Esse tipo de estratégia ajuda a variar as posições, o que a longo prazo melhora a ergonomia corporal. A prática, no entanto, gera dúvidas sobre o que é verdade, mito, ou as melhores formas de garantir efetividade. A ciência mostra que os ganhos de trabalhar em pé existem, mas dependem de como a prática é adotada. O hábito não é uma solução automática, e para garantir efetividade, é necessário manter a alternância, o movimento e os ajustes corretos. Caso contrário, os efeitos podem ser limitados ou até negativos. Benefícios científicos comprovados de trabalhar em pé Estudos indicam que reduzir o tempo contínuo sentado traz impactos positivos à saúde. Pesquisadores da Universidade de Leicester, por exemplo, demonstraram em um ensaio clínico randomizado que trabalhadores de escritório conseguiram reduzir cerca de 80 minutos por dia de tempo sentado ao utilizar mesas com ajuste de altura, o que contribuiu para melhorar indicadores de saúde cardiovascular¹. Ao trabalhar em pé, a circulação sanguínea aumenta, o que melhora a oxigenação cerebral e favorece a concentração. O metabolismo também responde, já que a posição em pé consome aproximadamente 50 calorias a mais por hora em comparação ao trabalho sentado. Ao longo de um ano, esse gasto adicional pode chegar a cerca de 20.000 calorias extras — desde que a prática seja constante e alinhada com alimentação saudável². Outro benefício que se torna visível com a prática está na postura. Um estudo publicado no British Medical Journal identificou uma redução de até 54% nas dores na região superior das costas e pescoço em profissionais que alternavam entre sentar e ficar em pé ao longo do expediente³. Pesquisas da Texas A&M University também associam o uso de mesas com regulagem de altura a ganhos de produtividade de até 46%, atribuídos à redução da fadiga e ao maior estado de alerta durante o trabalho⁴. Mitos comuns sobre trabalhar em pé A prática ainda é cercada de interpretações equivocadas. Um dos principais mitos é acreditar que ficar em pé o dia inteiro é melhor do que permanecer sentado. A ciência indica que permanecer estático, em qualquer posição, sobrecarrega músculos e articulações. Outro erro frequente é improvisar superfícies inadequadas para trabalhar em pé. A altura incorreta da mesa ou do monitor força pescoço, ombros e punhos, o que cria novos desconfortos. Para garantir a ergonomia, são necessários ajustes precisos e adequados, de acordo com a altura de cada pessoa. Muitas pessoas acreditam que trabalhar em pé leva automaticamente ao emagrecimento, o que não é verdade. O gasto calórico é maior, mas insuficiente para gerar perda de peso relevante sem alimentação equilibrada e exercícios regulares. Um ponto de alerta é que, ao trabalhar em pé, não é normal sentir dor nas pernas ou nos pés. Desconforto leve nos primeiros dias pode ocorrer, mas dor persistente costuma indicar falta de adaptação gradual, ausência de tapete antifadiga ou calçado inadequado. Quanto tempo é ideal trabalhar em pé? Essa é uma das perguntas mais comuns sobre esse assunto, mas não há apenas uma resposta fixa. A maioria das pessoas se adapta bem a ficar entre duas a três horas por dia em pé, distribuídas ao longo do expediente. Especialistas recomendam iniciar com proporção de uma hora em pé para três horas sentado e, depois, avançar gradualmente para uma alternância mais equilibrada. Alguns profissionais experientes podem ficar até 70% do tempo em pé, mas esse padrão não é universal e depende de condicionamento e biotipo. Mais importante do que o tempo total é a frequência das trocas. Para não gerar nenhuma complicação, alternar a cada 30 ou 45 minutos gera mais benefícios do que permanecer longos períodos de tempo em uma única posição. Em qualquer modalidade de trabalho, é importante ficar atento aos sinais de que tudo está correto. Dor persistente nas costas costuma indicar ajuste incorreto da altura da mesa ou tempo excessivo em uma única posição. Já o inchaço nas pernas é outro indício, que pode sinalizar falta de movimento ao longo do dia. Em caso de altura inadequada do monitor, é comum aparecer dores no pescoço e nos ombros. Em caso de formigamento ou dormência, é importante não ignorar os sinais e revisar imediatamente a ergonomia. Esse tipo de sintoma pode representar riscos mais graves à saúde em longo prazo. Como fazer a transição de forma gradual? Para quem tem uma rotina de trabalho sentado e deseja alternar, a adaptação precisa ser progressiva. Nas primeiras semanas, o indicado é permanecer em pé por cerca de 15 minutos a cada 2 horas e priorizar tarefas simples, que não gerem desconforto. Com o tempo, é possível ampliar para 30 ou 45 minutos, sempre com atenção aos sinais do corpo. Após o primeiro mês, cada pessoa tende a encontrar o próprio ritmo. Algumas preferem alternâncias frequentes, enquanto outras funcionam melhor com blocos um pouco maiores. A regra é evitar extremos e respeitar os limites individuais. Uma rotina eficiente costuma alternar períodos sentados e em pé desde o início do expediente. Manhãs tendem a ser mais favoráveis para períodos em pé, enquanto tarefas que exigem leitura prolongada funcionam melhor sentadas. Após o almoço, alternâncias mais frequentes ajudam a combater a queda de energia. Independentemente da posição, micro pausas para caminhar, buscar água ou alongar são decisivas para reduzir os efeitos do sedentarismo. Acessórios essenciais para trabalhar em pé O uso de acessórios na rotina profissional pode melhorar a ergonomia do trabalho em pé. Entre eles, o principal é o tapete ergonômico antifadiga, que reduz a pressão sobre articulações e músculos e estimula micro movimentos que favorecem a circulação. É fundamental escolher calçados confortáveis, com bom amortecimento e suporte de arco. Outro item necessário é o apoio para os pés, que ajuda a redistribuir o peso corporal e evitar sobrecarga contínua em uma perna só. Para quem trabalha com notebook, suportes elevadores são fundamentais para manter o monitor na altura dos olhos e evitar sobrecarga cervical. Por que a mesa com regulagem de altura faz diferença A mesa com regulagem de altura permite ajustes precisos e rápidos, o que facilita a alternância real de posições ao longo do dia. Modelos elétricos com memória eliminam a barreira do ajuste manual, para aumentar a adesão ao uso correto. Além da ergonomia personalizada, a flexibilidade contribui para produtividade e conforto em diferentes momentos da rotina. A Slikdesk conta com diversos modelos de mesas com regulagem de altura como uma ferramenta para apoiar o uso correto do trabalho em pé. Com amplitude de ajuste entre 62 e 128 centímetros, sistema anticolisão e acionamento elétrico, os modelos facilitam a transição gradual e a alternância frequente de posições. A proposta é oferecer ergonomia funcional para quem busca reduzir o tempo sentado, manter movimento ao longo do dia e criar um home office mais saudável, sem prometer soluções isoladas. Conheça todos os modelos no site da Slikdesk. REFERÊNCIAS ¹ Edwardson, C.L. et al. "Effectiveness of the Stand More AT (SMArT) Work intervention: cluster randomised controlled trial." BMJ, 2018. University of Leicester. ² Saeidifard, F. et al. "Differences of Energy Expenditure While Sitting versus Standing: A Systematic Review and Meta-Analysis." European Journal of Preventive Cardiology, 2018. Mayo Clinic. ³ Pronk, N.P. et al. "Reducing Occupational Sitting Time and Improving Worker Health: The Take-a-Stand Project." Preventing Chronic Disease, 2012. CDC. ⁴ Garrett, G. et al. "Call Center Productivity Over 6 Months Following a Standing Desk Intervention." IIE Transactions on Occupational Ergonomics and Human Factors, 2016. Texas A&M University.

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